quinta-feira, 18 de junho de 2009

' Já que você sempre foi um espelho terrível,
uma espantosa máquina de reprodução,
e aquilo a que chamávamos nosso amor
era talvez eu estar de pé diante de você, com uma flor
amarela na mão, e você com duas velas verdes,
enquanto o tempo soprava contra os nossos rostos uma lenta
chuva de renúnicas e de despedidas e passagens de metrô. '

6 comentários:

Marcella C. disse...

adoro tudo o que você escreve .

pedro meinberg disse...

olá

Talita Dionisio disse...

ooooh menina das artes!

Bira Melo disse...

Realmente algumas simples expressões cotidianas podem expressar complexidades.... :)

serenico disse...

Cara, amei. Dispenso qualquer outro tipo de comentário a respeito.

Laya Bernardes disse...

Você escreve muito bem! Adorei aqui, de verdade :)
Se puder, passa lá pra conferir o meu:

http://alternativa-fashion.blogspot.com/

bjs! :*