' Já que você sempre foi um espelho terrível,
uma espantosa máquina de reprodução,
e aquilo a que chamávamos nosso amor
era talvez eu estar de pé diante de você, com uma flor
amarela na mão, e você com duas velas verdes,
enquanto o tempo soprava contra os nossos rostos uma lenta
chuva de renúnicas e de despedidas e passagens de metrô. '
quinta-feira, 18 de junho de 2009
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6 comentários:
adoro tudo o que você escreve .
olá
ooooh menina das artes!
Realmente algumas simples expressões cotidianas podem expressar complexidades.... :)
Cara, amei. Dispenso qualquer outro tipo de comentário a respeito.
Você escreve muito bem! Adorei aqui, de verdade :)
Se puder, passa lá pra conferir o meu:
http://alternativa-fashion.blogspot.com/
bjs! :*
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